O ator, diretor de teatro e dramaturgo Newton Moreno falou
neste sábado (2) sobre sua carreira no programa Espaço PE, da Globo
Nordeste. Foi nos jardins da Academia Pernambucana de Letras (APL) que ele
contou parte de sua história.
No primeiro bloco – veja vídeo ao lado – Newton destaca sua relação com o Nordeste. Ele é natural de Recife, mas saiu a 22 anos de sua cidade natal. Ele trabalha em São Paulo com dramaturgia há 11 anos. Sua formação é como ator, mas aos poucos foi mudando e alcançou um espaço fora de cena. “É sempre uma descoberta e eu estou tenho sido muito feliz com as parcerias que eu tenho constituído”. Os críticos dizem que a cada nova peça Newton se reinventa. “Eu tento me arriscar em frentes diferentes. Se tem uma coisa que eu fiz nesses últimos anos foi me aproximar de artistas que têm um olhar teatral diferente e me arriscar em estilos diferenciados também”.
O dramaturgo explica que tem trabalhado ultimamente muito com o Nordeste, convivendo com sua herança cultural. “Fazendo essas peças eu acessei um público carente ou ávido, saudoso de algo que nem conhece, que nem presenciou às vezes, mas que ouviu em memórias de alguém da família”. “Assombrações do Recife velho”, de Gilberto Freyre, foi uma das obras que Newton Moreno adaptou para o teatro.
No primeiro bloco – veja vídeo ao lado – Newton destaca sua relação com o Nordeste. Ele é natural de Recife, mas saiu a 22 anos de sua cidade natal. Ele trabalha em São Paulo com dramaturgia há 11 anos. Sua formação é como ator, mas aos poucos foi mudando e alcançou um espaço fora de cena. “É sempre uma descoberta e eu estou tenho sido muito feliz com as parcerias que eu tenho constituído”. Os críticos dizem que a cada nova peça Newton se reinventa. “Eu tento me arriscar em frentes diferentes. Se tem uma coisa que eu fiz nesses últimos anos foi me aproximar de artistas que têm um olhar teatral diferente e me arriscar em estilos diferenciados também”.
O dramaturgo explica que tem trabalhado ultimamente muito com o Nordeste, convivendo com sua herança cultural. “Fazendo essas peças eu acessei um público carente ou ávido, saudoso de algo que nem conhece, que nem presenciou às vezes, mas que ouviu em memórias de alguém da família”. “Assombrações do Recife velho”, de Gilberto Freyre, foi uma das obras que Newton Moreno adaptou para o teatro.
No segundo bloco – veja vídeo ao lado – o
dramaturgo ressalta de onde vem à inspiração para o trabalho. Newton diz que o
artista popular, do interior de Pernambuco, foi sua primeira referência de
artista. “Essa força que vem da matriz popular com certeza foi a mola
propulsora”. Uma obra que o dramaturgo conta que o tocou profundamente foi
“Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto. Ele ressalta que é uma
síntese da poesia, da crítica social e da elegância.
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